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Archive for the ‘Win’ Category

Você confiaria seu cartão a esse caixa automático?

June 27th, 2008 Camelo 1 comment

Todo mundo já foi ao caixa eletrônico do banco e achou o danado com alguma tela congelada ou com os botões sem função…

Mas assim foi a primeira vez, e o pior é que apareceu depois do cartão estar lá dentro!

img-02512.jpg​

Olha a mensagem ampliada.Não precisa nem traduzir, quem tem Windows XP em casa conhece muito bem esse balão!

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Wordpress Widgets – Problemas com Drag and Drop – Resolvido na unha

December 7th, 2007 Camelo 1 comment

Já há bastante tempo eu estava tendo problemas com a capacidade de drag and drop dos widgets do Wordpress. Nas últimas duas semanas passei boa parte do meu tempo livre fazendo backups e reinstalando o WP. Desliguei plugins, mudei de temas, tentei de tudo. E nada funcionava.

Nessas horas bate uma frustração de não ser programador. Mas mesmo assim eu não desisti… Precisava descobrir o que havia de errado. O Google não ajudou muito, ao contrário de tantas outras vezes. O fórum do Wordpress.org também não. O suporte técnico do Wordpress.com nem ligou para mim, apesa do problema acontecer por lá também…As soluções propostas, e olha que tentei muitas, não deram jeito. E aí acaba que, com um pouco de curiosidade e saco, consegui achar o motivo do problema. A página lida pelo wordpress 2.3.1 para a manipulação dos widgets é widgets.php. No Firefox, ao ler tal página, os widgets ficavam estáticos e eu não podia arrastar e soltar nenhum deles.

Verifiquei que o Error Console do Firefox me mostrava a mensagem de erro “Draggable is not a function“. Dragabble é sim uma função, que pertence a uma extensão do jquery.js chamada interface.js. Pensei com os meus botões que talvez, por mais improvável que pudesse parecer, o proxy da Tunísia implicasse com o nome da função. Afinal Drag pod se referir a drag queen, e se comportamento sexual diferente do “standard” já dá confusão em Niterói, imagina como deve ser bem visto em um país muçulmano… Mudei todas as referências a drag e substituí por “brag” em todos os arquivos que compõem o pacote do Wordpress e voilá… Não funcionou. Bem, pensei com os meus botões, o problema não era o proxy…

No dia seguinte, ao fazer o restore do backup com tudo original, sem modificar o nome da função, deixando Draggable mesmo fui fazer o teste de novo para saber se o erro persistia. Persistia é claro. Tudo imóvel. Como estava usando o Safari, resolvi escarafunchar e ver se havia algo como o Error Console do Firefox. Não havia algo assim, ao menos eu não achei. Em compensação havia uma opção que se chamava “active connections”.

Foi ali que descobri o problema. O active connections mostra todos os links de dada página, de onde estão chupando informação. E entre os links da página, havia o seguinte:

http://www.camelomanco.com/weblog/wp-includes/js/jquery/interface.js?ver=1.2 NOT FOUND

Em poucas palavras, o Wordpress não conseguia encontrar o arquivo interface.js, acreditava que o mesmo não estava no servidor. Mas ele estava lá! Coloquei a url acima no browser e recebi uma mensagem igualzinha a do post sobre o Youtube. O danado do Proxy da Tunísia estava aprontando mais uma! Como resolver este pepino?

Tentei então a url:

http://www.camelomanco.com/weblog/wp-includes/js/jquery/interface.js

e qual não foi minha surpresa ao achar lá o arquivo bonitinho….

O meu trabalho então era fazer com que o Wordpress chamasse pela segunda url e não pela primeira. E toca a procurar onde era feita a leitura da bendita… Acabei que achei o arquivo scripts-loader.php, que se encarrega de carregar na memória todos os scripts (como o nome diz).

Com um pouco de tentativa e erro modifiquei a linha 77 (no WP 2.3.1):

de:
$this->add( 'interface', '/wp-includes/js/jquery/interface.js',
array('jquery'), '1.2');

para

$this->add( 'interface', '/wp-includes/js/jquery/interface.js',
array('jquery'), '');

Agora o wordpress consegue ler a linha gerada e ela não encrenca com o proxy.

Eu deixei isso tudo aqui documentado por dois motivos. O primeiro é para que quando houver atualização do WP eu saberei exatamente onde eu tenho que mexer no danado caso o mesmo problema ocorra. O segundo é que, apesar de comigo acontecer na Tunísia, o problema certamente não é causado por uma vontade do governo de bloquear a leitura do interface.js. A causa é um proxy mau configurado. E você pode apostar que tem muito proxy nessa situação pelo mundo afora. Se acontecer com você algo parecido, essa dica pode te dar o caminho das pedras para “obrigar: o WP a ler uma biblioteca qualquer…

Firefox 2.0 está na rede

October 24th, 2006 Camelo Comments off

Os amigos que gostam do Firefox, devem estar deliciados. Eu estou. O novo Firefox está exatamente como eu esperava! A mesma carinha simples, leve, com melhor suporte para abas, renderizando mais páginas, multiplataforma, aceitando as minhas extensões prediletas…
Estou escrevendo hoje através dele, no meu Mac. Ou seja, está rodando que é uma belezura. A cara do website do firefox ficou ótimo! Estão sendo organizadas festas pelo mundo para comemorar o lançamento do novo browser!

Há ainda um novo mundo de features a ser explorado. Pesquisa inteligente, correção ortográfica, abas muito mais fáceis de usar, histórico de abas, memória de sessão (conjunto de abas) e por aí vai!

Eu recomedo fortemente a todos: adeus spyware, popups, fishing! Viva a rapidez e a agilidade!

Nota fúnebre de um AMD64

October 19th, 2006 Camelo Comments off

O proprietário de um AMD 64 3.2 Ghz com 2,5Gb de RAM informa seu falecimento precoce em algum momento indeterminado do dia 19/10/2006. A causa mortis ainda está sendo averiguada, a autópsia só será efetuada nos proximos dias. A morte foi atestada devido a ausência de resposta a estímulos elétricos.

Prováveis motivos para o seu fim provavelmente é a placa mãe, o processador em si, ou a fonte de alimentação. Havia já sido doloroso, semana passada, a morte de um HD 40 Gb. O mesmo morreu durante um backup de dados, o que resultou em tragédia de dados perdidos. Aparentemente o SMART só alertou para a possível morte após a integridade da partição NTFS do Windows ter ido para o espaço. Apenas os restos mortais do Ubuntu foram salvos.

O mês de outubro se mostra conturbado e acredito que após o falecimento do PC ser esclarecido ainda será necessário aguardar alguns meses antes de ressucitá-lo devido aos parcos recursos disponíveis no momento para investimentos.

Pelo menos me resta o Macmini de consolo e companhia nestes momentos difíceis.

A bruxa anda solta, e não sou eu que vou me assustar.

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How to download video from youtube, google video and others to your computer

September 28th, 2006 Camelo 2 comments

So you want to download that awesome video you saw on Youtube, Google Video, Yahoo Video, Daily Motion and others to your computer?

I wrote about this a few posts ago (in portughese) and I’ve received good feedback, so I think it would be worth writing it in english so I can get a bigger audience.

1 – You should download Firefox browser, as it has an extension that allows you to save the videos! Firefox is faster and cleaner than Internet Explorer, it does have tabbed browsing,it is truly standard compliant and best of all is free and opensource. It runs on PCs, Macs, Linux, and probably any OS you have running on your Desktop.

2- Install the extension Firefox Video Download. It will allow you to get Daniela Cicarelli’s video or any other avaiable from tmost of the free video services arround the net.

3- Restart Firefox so the extension can finish it’s install process.

4- As a test go to Youtube!

5- Search for a magic word, as for instance a lonelygirl15 (the most famous scam of youtube).

6- Click the blue link.

7- When the video starts to play click with the RIGHT mouse button to show a context menu.
8 – Choose the option download (should be the last one in the botton).

9 – Save to the hardisk and it’s done. It works with any video: youtube, google video, daily motion, etc…

Have fun!

powered by performancing firefox

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AMD64, Linux, Windows e Intel DualCore

June 28th, 2006 Camelo 1 comment

Sendo um usuário de Windows e Linux há alguns anos, e tendo recentemente adquirido um computador com processador AMD64, comecei a pesquisar como melhorar a performance dos Sistemas Operacionais na plataforma de 64 bits.

É preciso esclarecer que a maior parte dos computadores hoje nas mãos dos usuários utilizam processadores de 32 bits. Os processadores de 64 bits foram introduzidos para o consumo das massas a relativamente pouco tempo, tendo como principal vendedor a AMD. Não que a Intel não produza processadores de 64 bits, mas preferiu apostar na venda de processadores Dual Core, que na realidade é um processador de 32 bits com dois núcleos, rodando em paralelo. É este tipo de processador que a Apple adotou em seus novos micros, e que começa a aparecer nos PCs disponíveis no mercado.

Os processadores de 64 bits são mais poderosos que os de 32 bits principalmente por possuir uma quantidade maior de instruções, fazendo com que os programas sejam mais ágeis. É o mesmo tipo de transição que se viveu alguns anos atrás quando o mundo dos 16 bits foi gradualmente abandonado e se entrou no mundo de 32 bits em que vivemos hoje.

As vantagens do processador de 64 bits só é sentida a partir do momento em que os programas passarem a utilizar o novo conjunto de instruções de 64 bits. A base de tudo é o sistema operacional. Um processador de 63 bits consegue rodar um S.O. de 32 bits, mas com performance menor do que o seu potencial. O ideal é rodar um S.O. de 64 bits.

Hoje pode-se escolher entre diferentes distribuições de Linux e o WindowsXP 64-bits Professional Edition (Win64) como sistemas operacionais 64 bits nativos.

Esta afirmação é um tanto falaciosa, pois o Win64 não está disponível no mercado brasileiro. Há relatos de que há ainda muita incompatibilidade entre dispositivos de hardware e o Win64, mas que o suporte a programas de 32 bits é bom. Programas utilizando os 64 bits ainda são escassos. Não posso falar muito por desconhecimento de causa, na minha máquina roda a versão de 32 bits, muito bem, obrigado, e só pretendo mudar quando o Vista vier (espero que já em versão 64 bits e vendido aqui).

Já o Linux é um caso a parte. Escrevo este texto de dentro do Ubuntu 6.06 LTS, 64 bits rodando “redondinho”. As aspas se aplicam pois há ainda falta de suporte para alguns programas, principalmente de código fechado, cuja versão de 32 bits é a única disponível. Os exemplos mais contundente são os plugins Java e Flash, além do Skype e do Open Office 2 e o codec wma/wmv. É bom ressaltar que, devido às licenças de código aberto serem as mais difundidas no mundo linux, a maior parte dos programas usufruem das instruções de 64 bits.

Para poder fazer funcionar os programas de 32 bits específicos, é preciso apelar para uma gambiarra típica de usuários linux. O usuário pode instalar um ambiente de 32 bits dentro do ambiente de 64 bits, e rodar os programas a partir daí. É o método do chroot, muito utilizado até pouco tempo para rodar vários ambientes linux diferentes em uma mesma máquina.

A minha conclusão é que o mundo 64 bits ainda está verde, e precisa ainda de um bom tempo para amadurecer. Poderá ser estimulado a crescer com o Windows Vista, se a Microsoft apostar na plataforma para o ano que vem. Mas acho que a Apple deu o passo mais acertado até o momento, investindo na tecnologia Intel Dual Core, que aumenta a performance dos micros, sem a necessidade de uma migração (Esta é outra falácia visto que muitos programas Apple ainda rodam somente no mundo da plataforma IBM PPC, e não no mundo PC-Intel). Steve Jobs é inovador, mas não tem nada de bobo. Agarra sua fatia de mercado com garras e dentes.

O futuro é 64 bits, sem dúvida. A transição será longa, e eu aposto que será mais suave para aqueles que escolherem a plataforma Dual Core.

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Window no iMac Intel… Não é mais especulação!

April 5th, 2006 Camelo Comments off

A Apple desenvolveu e está distribuindo gratuitamente um produto para que os usuários dos novos iMac com chip Intel possam instalar o sistema de Bill Gates. Foi uma notícia de imediato muito interesante para os acionistas da Apple (subiu 10% em um só dia!), visto que a Microsoft domina o mercado de Sistemas Operacionais domésticos e o hardware da Apple é realmente o que há de mais inovoador e user friendly do mercado. Um boom de vendas dos micros é esperado, e eu não duvido nem um pouco que ocorra! Considerando que você queira gastar R$8000 em um computador, você preferiria comprar, sabendo que pode rodar o Windows nos dois micros:

Um iMac com a seguinte especificação:

  • Marca : Apple
    Processador : Intel
    Tecnologia Processador : Intel Core Duo
    Freqüência / velocidade (clock) em GHz : 2.00
    Memória Cache em KB : 2 MB
    Memória em MB : 512
    Memória RAM em Mb : 512
    Padrão Memória : DDR
    Tipo Memória : SDRAM
    Expansão de memória até : 2
    Disco rígido : 250
    Velocidade Leitura CD : 32x
    Velocidade Leitura DVD : 16x
    Velocidade Gravação CD : 24x
    Velocidade Gravação CD-RW : 24x
    Velocidade Gravação DVD : 16x
    Tipo : Super drive
    Disco flexível : Não
    Placa de rede : Ethernet 10/100/1000 BASE-T
    Norma Modem : V92
    Velocidade Modem : 56
    Wireless Integrado : Sim
    Padrão Wireless : 802.11b/g
    Infravermelho : Não
    Bluetooth : Sim
    Portas USB (Total / Frontais) : 5/0
    Portas USB / frontais : 5/0
    Portas FireWire / frontais : 2/0
    Placa de vídeo : ATI Radeon X1600 PCI Express
    Memória Placa Video : 128
    Sistema Operacional : Mac OS X
    Tipo Tela : LCD
    Tamanho Tela : 20
    Resolução Tela : 1440×900
    Bateria : 110 / 220 V
    Voltagem : 110 / 220 V
    Dimensões (LXAXP) em cm : 49,3×47,2×18,9
    Autonomia Bateria em h : 49,3×47,2×18,9
    Peso em kg (sem embalagem) : 10

ou um PC com a seguinte especificação?

  • Marca : Semp Toshiba
    Processador : Intel
    Tecnologia Processador : Pentium 4
    Freqüência / velocidade (clock) em GHz : 2.8
    Memória em MB : 512
    Padrão Memória : DDR
    Disco rígido : 120
    Tipo : Combo
    Placa de rede : Ethernet 10/100 BASE-T
    Velocidade Modem : 56
    Wireless Integrado : Sim
    Padrão Wireless : 802.11 g
    Infravermelho : Sim
    Portas USB / frontais : 5
    Placa de vídeo : AGP 8X
    Memória Placa Video : 128
    Sistema Operacional : Windows XP Home
    Tipo Tela : LCD
    Tamanho Tela : 17
    Dimensões (LXAXP) em cm : 56×38x24
    Particularidades : Sintonizador AM/Fm, Mouse e teclado sem fio

Eu não teria muita dúvida. E pegaria o Apple.

O processador do PC é um P4 , o Apple um Intel Core Duo.
O Hd do PC é metade do tamanha do da Apple.
O tela do Apple é 20”, a do PC é 17”.
O PC tem rádio AM/FM e teclado e mouse sem fio…

Sem falar no design.

Na data de hoje, na FNac, você pode comprar os dois pelo mesmo preço.

É claro que é uma escolha fácil para quem tem muito dinheiro, para mim está fora da realidade.

O programa magnífico que faz rodar o Windows no iMac se chama Boot Camp e será integrado às novas versões do MAC OS X. Rodar WIndows no Mac é fascinante, e já havia sido conseguido antes por alguns hackers, que inclusive divulgaram complicadíssimas receitasd de bolo para aqueles que desejassem se aventurar. O Linux também já roda no novo hardware. Mas aparentemente o Boot Camp facilitará a vida do usuário para que, no mellhor estilo MAC OS X, o usuário tenha que ter trabalho próximo ao nulo para instalar o Windows XP.

Eu não acredito que este passo da Aple fará com que o Mac OS X seja devorado pelo concorrente. Acho que vai acabar sendo mais conhecido, pois vem pré instalado nos micros quando forem comprados, e será preciso acessá-lo par a instalar o Windows. E posso apostar que ele é tão capaz de seduzir as pessoas quanto o magnífico design da empresa de Steve Jobs.

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Organizando meus arquivos MP3 – AudioGrabber

June 12th, 2005 Camelo 9 comments

Hoje peguei uma parte da minha manhã para organizar meus arquivos MP3. Já há alguns anos venho ripando todos os meus discos e colocando no meu HD, assim posso facilmente passá-los para o Palm e ouví-los quando quiser. Ainda faltam mais de 50 CD´s para ripar. Quando eu estava com o Linux instalado, usava um software chamado Prokyon, que é excelente. Um pouco chato de instalar, porque precisa do Mysql, mas realmente impressionante.

Meus arquivos mp3 foram transferidos para um HD de 80GB só para eles. Por enquanto ocupam 30 GB mais ou menos. Espero que caibam todos os discos.

Minha dica para ripar os CD’s é a seguinte: Instale o Audiograbber. Ele é o programa que permite fazer a extração (“ripar”) das músicas do CD para seu micro. A página de download é esta. Ele geralmente se instala na pasta c:\Audiograbber. O Audiograbber é hoje um programa freeware. No passado foi vendido como shareware, e o autor decidiu liberar o programa gratuitamente. Até porque já há nomercado uma série de programas gratuitos, de código aberto e não, que fazem o mesmo que ele. Eu o escolhi por ser fácil de usar, ser gratuito, ter uma cominidade grande de usuários para tirar dúvidas e por poder fazer tudo num lugar só. Além disso é um programa poderoso, bastando se dedicar a configurá-lo para que você transformar até mesmo a sua voz em MP3.

Aproveite é pegue também o conjunto de linguagem para Português brasileiro ou para a língua que preferir. Eu gostei mais da tradução Brazilian2. Basta dar download e colocá-lo na pasta do Audiograbber e você poderá ver o programa em português, bastando acessar o menu File»Language.

O Audiograbber, sosinho, não é capaz de ripar músicas com qualidade de CD. Ele precisa de auxílio de um “encoder” MP3.

O formato MP3 nada mais é que uma compressão de uma música. No CD que compramos na loja a música vem em um formato chamado WAV, que consome muito espaço. O MP3 é o formato de compressão mais difundido, mas existem alguns outros interessantes como o wma (da Microsoft) e o OGG (totalmente livre de patentes). Vou me ater ao MP3 pois hoje ainda é bem difícil encontrar aparelhos de som que toquem os outros formatos. Para se ter um exemplo de como o MP3 está difundido, um CD de MP3 é capaz de ser ouvido em qualquer aparelho de DVD, e comporta mais de 100 músicas em média. Os links deste parágrafo são da Wikipedia, a enciclopédia livre, utilíssima fonte de informação.

Na própria página do Audiograbber podemos encontrar o link para download de encoders que ampliarão a qualidade dos nossos MP3. São eles o LAME e o BladeEnc. Dê download de pelo menos um dos dois. Instalá-los émuito fácil, basta extrair os arquivos e movê-los para o diretório onde está instalado o Audiograbber.

Vamos ripar um CD para ver como se faz? Primeiro precisamos dar ao ao AudioGrabber algumas informações básicas:

1. Onde vamos gravar as músicas que tiramos do CD no computador? Como vamos nomeá-las?

Clique em Configura.

A parte de cima do menu é constante. Indica aonde seus MP3s serão gravados.

Meu HD para guardar minha coleção é o E:, e o diretório música. Clicando no botão você escolhe o seu. A maioria das pessoas gosta de usar o “minhas Músicas” dentro de “Meus Documentos”.

Vá até a aba Nome:

À direita vemos ticadas as informações que serão passadas aoas arquivos. Os arquivos serão criados da seguinte maneira: “Nome do Artista – Nome do Álbum – Número da Faixa – Nome da Faixa.mp3″ Com as setas para cima e para baixo você pode mudar a ordem destas informações no nome do arquivo.

À esquerda você pode definir como a árvore de diretórios será configurada. No exemplo temos então: E:/música/ARTISTA/ALBUM/Nome do Artista – Nome do Álbum – Número da Faixa – Nome da Faixa.mp3″

Em Avançado podemos mudar o nome dos arquivos para algo como: “Qualidade do MP3 – Nome do Artista – Nome do Álbum – Número da Faixa – Nome da Faixa.mp3″. Caso precise de mais detalhes clique em info e boa sorte!

Na parte de baixo vemos o método de acesso ao CDROM.

Na mior parte dos drivers modernos em computadores domésticos, você terá que escolher o método ASPI. Aqui é importante selecionar a velocidade como Maximum. Assim o Audiograbber detecta automaticamente a velocidade, evitando transtornos. Quanto ao setting “extrair para memória RAM”, ele depende de quanto de memória seu micro tem. Caso não tenha mais de 512Mb, acredito que seja melhor desmarcar. Mas eu posso estar errado redondamente! :)

2. Até aqui foi ótimo! Mas agora vou ter que escrever na unha todos os nomes de música do meu disco?

A resposta é simples: Não! Apesar de nem sempre ser verdade, na maioria das vezes não precisamos digitar nada. Basta te ruma conexão à internet. Coloque um CD na gravadora e espere um pouco. O Audiograbber reconhecerá que você inseriu o CD e listará as faixas da seguinte forma:

Agora clique no pinguim onde está escrito CDDB. Uma janela irá surgir:

O CDDB é um banco de dados de CDs do mundo todo. O Audiograbber se conecta ao FreeDB, um banco de dados comunitário. Se seu CD não for reconhecido, e você tiver a paciência e dedicação de escrever títulos, Artista, e Album, além de qualquer outras informaçõs na mão, o Audiograbber vai ripar seu CD da mesma forma como faz cõm qualquer outro. E lhe permitirá enviar as informações que você entroduziu para o banco de dados, facilitando a vida do próximo que inserir o bendito disquinho no computador. Vários programas usam o FreeDB e o CDDB. A diferença é que o desenvolvedor que usa o CDDB paga para poder fazer um programa capaz de consultá-lo. No caso do FreeDB qualquer um pode acessá-lo gratuitamente.

Pois bem, o meu CD já foi reconhecido, olha ele aí:

Fina Estampa – Caetano Veloso. Um disco que comprei há dez anos e que sempre me acompanha quando estou solitário em meus pensamentos. Comecei a aprender espanhol depois de ouvir estas musiquinhas do passado, algumas vezes tão atuais. E olha que nem sou tão fã assim do Caetano… Mas vamos lá…

3. E aí, vamos fazer este omelete ou não? Como faço para extrair as minhas músicas em qualidade decente?

Clique em MP3. A seguinte janela se abrirá:

Na parte de cima, você pode escolher o que fazer. Você pode criar um arquivo WAV, ou seja retirar do CD uma cópia exata da música para seu computador.
Ótimo, mas porquê manter um arquivo gigantesco se você pode escutar suas músicas em MP3 com uma qualidade praticamente igual ocupando 10 vezes menos espaço? A segunda opção, além de criar o arquivo WAV faz uma conversão para MP3, mas mantém o WAV no PC. Estas duas primeiras opções estão aí para lhe dar liberdade de escolha. O audiograbber não converte só CD’s, pode ser usado para converter LP’s em WAV e MP3. Acredito que estas opções sejam úteis nesses casos fora do padrão.
O que queremos mesmo é criar MP3, então as duas opções finais são as que nos interessam. A terceira ads quatro usa o Audiograbber para copiar a música do CD para o computador em formato WAV, depois a converte para MP3 e por último apaga o WAV. E a quarta transforma o WAV do CD em mp3 diretamente, sem gravar o WAV no Computador. Eu prefiro a terceira opção, pois permite “trabalhar” o arquivo WAV na hora da conversão.

“Use etiqueta” é importante, significa que as informações do CDDB ou FreeDB serão adicionadas aos seus arquivos MP3. Simplificando bastante, podemos dizer que estas informações são guardadas dentro do MP3 numa seção chamada TAG. Existem versões diferentes de Tag, mas a maior parte dos programas novos sabem lidar com todas elas. É muito importante ter os Tags corretos quando você usar um CD de MP3 em equipamentos diferentes de um computador, como o rádio do carro, por exemplo. Com os tags você sabe que música está tocando, que artista, que ano, que álbum, etc… Sem precisar saber o nome do arquivo. Assim eu posso tero arquivo musica.mp3, que na verdade é Like a Prayer da Madonna, música 1 do disco Like a Prayer de 1989, e meu som vai reconhecer todas essas informações, que estão no TAG e não no nome do arquivo. No caso do WAV não será necessário, até porque no meu computador não haverá nenhum WAV, só MP3. A única excessão é caso você use o Audiograbber para RIPAR e um terceiro programa para CODIFICAR a música.

Extrair todas as faixas antes de começar a conversão pode ser uma opção boa, se você precisa retirar rápido o CD do PC. O Audiograbber transforma todas as faixas em WAV, guarda no PC e começa a fazer a codificação. Aí você pode retirar o CD e botar para tocar no som da sala. O que ele precisa para trabalhar ele já tem. Fica a seu critério.

Vamos agora ao cerne do programa, os encoders!

Escolhendo conversor interno, você será apresentando a um menu pulldown com as opções mostradas acima. ATENç�?O! Estes encoders não necessariamente estão instalados! Se você instalou o LAME e o BladeEnc, como aconselhei no início, basta escolher um dos dois na lista e tudo estará pronto para usar. Não se iluda com as versões e datas apresentadas no menu, elas NàO representam as versões instaladas no seu sistema. Conversor Interno neste significa que o AudioGrabber sabe como dizer ao encoder como agir. Ou seja, se ele sabe dizer ao LAME 1.01 como agir, e eu uso o LAME v3.96.1 July 2004. E funciona supimpa!;) Quer dizer que os desenvolvedores do LAME não mudaram os comandos, somente melhoraram as funcionalidades do software.

Um leitor mais atento notará que o Audiograbber também vem preparado para codificar arquivos em OGG e WMA, entre outros. Basta instalar os respectivos encoders (geralmente colocar na mesma pasta do Audiograbber) e voilá. eu pretendo testar o Winlame
, um ecoder gráfico que trabalha com vários formatos. Ao que parece não adianta usar Conversores Externos, você deve usar o WinLAME direto nos arquivos WAV extraídos, Taí para que extrair só os WAV! Mas para outras deste tipo você precisa ir em Conversores Externos. Se não quer dor de cabeça, fique por aqui, caso seja aventureiro, use por sua conta e risco!:)

Eu escolhi o BladeEnc. O LAME é o preferido pela maioria dos usuários, aparentemente mais rápido e com maior qualidade. Mas na minha máquina rodou masi rápido o BladeEnc. As opções que aparecem são as seguintes:

Velocidade Variável vs. Velocidade Constante.

No caso do BladeEnc não é possível escolher, mas em outros, como LAME sim. Por isso explico rapidamente a idéia.

Velocidade Constante é universal. Toca na maioria dos aparelhos de som. Velocidade Variável otimiza o tamanho do arquivo, aumentando e diminuindo a veelocidade (que se traduz em qualidade) depois de analizada a faixa. Eu uso sempre Velocidade Constante e escolho o nível de velocidade. No meu caso uso sempre 128 Bits. Os puristas diriam que o ideal é de 192 Bits para cima, mas para mim 128 bastam. O máximo é 320 Bits. Arrastando o cursor você escolhe a qualidade.

Qualidade.

Esta é bem fácil. Escolha Estéreo e Normal. Geralmente não é necessário mais que isso.

As outras opções não são relevantes, somente prioridade, onde você define o uso de CPU. Quantomais antigo o micro, menor a prioridade. Vai demorar mais a codificar, mas evita docomputador lerdar lerdar lerdar….

4. Já configurei tudinho, e agora?

Agora aperte a mãozinha doExtrair, e pronto.

Você verá, para cada faixa do disco a seguinte tela:
uploads/

Que neste momento está lendo o arquivo do CD para o PC.

Na mesma tela, após alguns segundos, você verá:

Mostrando a conversão do WAV em MP3.

Com um pouco de pesquisa na Web você pode se aprofundar no Audiograbber e aprender a usar alguns recursos interessantes como a Normalização. A idéia é que cada disco é gravado com um volume diferente, e com a normalização, você consegue colocar todas as músicas em um nível similar de volume, evitando que em um mesmo CD gravado a partir de MP3s haja músicas volumes mais baixos e mais altos.

Espero ter ajudado. Enquanto escrevia este post adicionei mais uma dezena de CD’s ao meu HD. De grão em grão construo a minha biblioteca.

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Gimp 2.0 e novo header

May 29th, 2005 Camelo 1 comment

Hoje tirei algumas horas do meu dia para brincar com a imagem cabeçalho do blog. Resolvi retirar a imagem do tema original e colocar alguma coisa diferente no lugar. Escolhi uma foto de Grumari, que tirei alguns meses atrás para substituir aquele deserto, e retirar o lagartinho de cima da imagem padrão.

O primeiro passo foi dar download do Gimp, uma alternativa Open Source ao Photoshop. Instalá-lo é bastante simples, no Linux vem instalado por padrão na maioria das distribuições. Com nesta máquina só o Windows está instalado, tive que procurar a versão win32. Na página do Gimp há um link para os binários do GimpWin. E explica que antes de instalá-lo é necessário instalar o GTK+. Foi fácil, sem complicação.

Minha surra foi usando o software. Primeiro porque o header. jpg original não contém apenas a imagem do deserto, mas também as bordas brancas e o lagartinho. E eu não tinha nem idéia de como se usava o Gimp (e nem o Photoshop ou qualquer outro software do gênero). Futuquei um pouco, pesquisei na net um pouco mais e consegui um resultado próximo do que eu quero. A imagem dentro da borda ficou perfeita, o que me deicou bem contente. Aprendi o básico de manipulação de imagens com o Gimp.

Faltam ainda algumas mudanças a serem feitas, mas não estou com vontade de “estudar” como fazer. Quem sabe em outro fim de semana prolongado desses eu tenha tempo e saco…

Tenho também que fazer algumas mudanças no template do Wordpress. Mas isso fica para quando o tempo sobrar.

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