Fiquei muito contente com a possibilidade de postar via GPRS. Escrevo meu post no Palm, faço uma conexão GPRS via bluetooth, e em poucos minutos tenho tudo rodando direitinho, com o post publicado na Web.
Achei fácil de fazer e prático para postar da rua, dentro do ônibus, por exemplo.
Resolvi testar também o envio de imagens, mas o browser do palm não consegue reconhecer a caixinha do wordpress de upload. Estou pensando em alternativas, como por exemplo um cliente ftp para o palm, um novo browser, ou medmo um software estilo W.bloggar. Mas só o tempo dirá se há uma boa solução disponívrl, ou se eu serei capaz de achá-la.
Estou com uma gana de apÅ•ender coisas novas, mesmo que sejam “antigas”. Estou me esforçando para escrever sem olhar para o teclado, como os datilógrafos. Por enquanto estou ainda apanhando, mas acho que quando ficar craque terá valido a pena!
Hoje para começar o dia com o pé manco, resolvi vir trabablhar de ônibus pela linha Amarela. Devido a um atropelamento na frente das obras da vila panamericana, os peões resolveram fechar a pistta reinvidicando a construção de uma passarela.
Resultado: Mais de três horas de trãnsito e atraso!
Ninguém merece
Os moradores do Rio de Janeiro já se acostumaram aos desafios que a cidade lhes impõe. Não me refiro à violência, a cada dia mais endêmica, mas aos vários outros motivos de aporrinhação pelos quis passamos.
O centro da cidade, é um verdadeiro caos, com camelôs disputando ponto a tapas e flanelinhas loteando calçadas. Nada contra o camelô, na maioria das vezes apenas um trabalhador sendo bucha de contrabandista,mas tudo contra a sonegação de impostos e o contrabando.
Quem me irrita de verdade é o flanelinha, que rouba o espaço do pedestre (afinal sinônimo de calçada é passelo, não vaga), extorque o motorista (ou paga, ou arranha, amassa, rouba), sonega imposto e paga propina aos guardinhas.
Nas ruas da Quitanda e Buenos Aires o loteamento salta aos olhos, com os mesmos carros, nas mesmas vagas, todos os dias, por todo o dia, obstruindo a calçada e nunca multados.
VERGONHA.
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